1 de dezembro de 2015

Como utilizar o Google Maps off-line

Há aproximadamente um mês o Google Maps pode ser utilizado com uma conexão fraca, ou mesmo off-line. Funciona assim: O usuário pode baixar uma área do mapa para visualizar quando estiver sem conexão com a internet. Esta área baixada pode ser um bairro, cidade, estado, país, etc.. Quanto maior a área selecionada, maior será o tamanho do arquivo a ser baixado. Desta maneira o Google Maps pode ser utilizado com um navegador GPS, tornando-se um GPS off-line, muito útil para quem possui plano de dados limitado.
Abaixo explicarei como baixar e utilizar o maps off-line.

Em seu smartphone, acesse o menu "Áreas off-line", como na imagem abaixo. Se não aparecer este menu é porque você ainda não está com a versão mais recente do maps instalada.

google maps off-line

Depois selecione a área que deseja fazer o download, mas lembre-se, quanto maior a área selecionada, maior será o arquivo a ser baixado e, dependendo da quantidade de espaço restante em seu aparelho, não será possível selecionar uma área muito grande. Faça o download e dê um nome para a área selecionada.

google maps off-linegoogle maps off-line

Pronto. Agora você já pode utilizar o maps off-line. Este arquivo que foi baixado pode ser atualizado a qualquer momento, caso haja alguma alteração no mapa (ex: nome, ou sentido de uma rua), e será atualizado automaticamente em aproximadamente 30 dias.

google maps off-linegoogle maps off-line

Agora vamos ver como funciona a navegação off-line. Para utilizar como um GPS deve-se deixar o GPS do aparelho ativado, e utilizaremos o app Navigator. Selecionando a área fizemos o download (tela anterior) chegaremos na tela abaixo. Nesta tela podemos tanto visualizar apenas os mapas como também, com a ajuda do app navigator, podemos utilizar a função GPS. Para utilizar esta função basta selecionar o ícone azul.

google maps off-line

Basta indicar o local de partida (caso não tenha sido detectado automaticamente) e o local de destino, escolher o modo de locomoção (carro, bicicleta, transporte público ou a pé) e clicar no ícone azul com duas setas brancas e você será guiado até o destino.

google maps off-linegoogle maps off-line

Vale ressaltar que esta navegação off-line não traz detalhes sobre o trânsito (congestionamentos, etc..) mas serve como um guia básico de locomoção para locais pouco ou nada conhecidos pelo usuário.
Particularmente achei muito interessante que a google disponibilizou esta ferramenta, ainda que já pudesse ter disponibilizado antes.
E você, o que achou? Comente aqui.
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1 de novembro de 2015

Cronograma de lançamento do Ubuntu 16.04

Saiu o cronograma de lançamentos da próxima versão do Ubuntu, a 16.04 que será chamada de Xenial Xerus (Algo tipo "Esquilo simpático, amistoso").
Como de costume, as versões pares (16.04) são LTS, ou seja, a cada dois anos no mês de abril, sai uma versão LTS. LTS quer dizer "Long Time Support", ou seja, com um tempo maior de suporte. O suporte das versões LTS dura 5 anos, enquanto das versões normais dura apenas 9 meses.

As datas de lançamento do Ubuntu 16.04 LTS Xenial Xerus são as seguintes:


  • 31/12/2015 - Alpha 1
  • 28/01/2016 - Alpha 2
  • 25/02/2016 - Beta 1
  • 24/03/2016 - Beta 2
  • 21/04/2016 - Versão Final


As versões Alpha e Beta são versões de testes e são lançadas, aproximadamente, com 1 mês de diferença entre elas até a data da versão final. Não recomenda-se baixar as versões de testes para uso contínuo, pois podem conter vários bugs, que são corrigidos a cada lançamento. Para testar estas versões recomenda-se instalar numa máquina virtual.

Aos curiosos, resta esperar até o dia 31 de dezembro para ver como será a nova e aguardada verão do Ubuntu.
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22 de outubro de 2015

Ubuntu 15.10 (Wily Werewolf) lançado

Ubuntu 15.10 Willy Werewolf

Como de costume, a cada 6 meses é lançada uma nova versão do Ubuntu, no dia 22/10 foi lançado a versão 15.10, chamada Wily Werewolf. Esta versão vem com várias melhorias incluindo o Kernel 4.2, melhorias no Compiz entre outras que listarei mais abaixo.
Quem gosta de utilizar as versões mais recentes dos pacotes não deixe de baixar esta nova versão, lembrando que o Ubuntu 15.10 ainda não é LTS e seu suporte dura até julho/2016, mas até esta data a versão 16.04 LTS já terá sido lançada.

Algumas novidades do Ubuntu Willy Werewolf

  • Kernel 4.2
  • Melhorias no Compiz
  • Mate atualizado para a versão 1.10 e integrado com o Compiz
  • Novo driver para placas Radeon
  • Atualização do Libre Office
  • Atualização do Firefox e Chromiun
  • Correção de bugs
  • Atualização de outros pacotes
  • Unity 8 Preview
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7 de outubro de 2015

Criar backup do WhatsApp no Google Drive

WhatsApp integrado ao Google Drive

A partir da versão 2.12.303 do WhatsApp para Android permite que você crie um backup privado do seu histórico de conversas, mensagens de voz, vídeos e imagens no Google Drive, função ideal para quem deseja ter um backup de seus dados em caso de perda ou mesmo troca do smartphone
Segundo o blog do Google Brasil, a função estará disponível para todos os usuários ao longo dos próximos meses, mas os mais impacientes já podem baixar diretamente do site do ofcial em http://www.whatsapp.com/android/.

WhatsApp integrado ao Google Drive

Agora resta saber se haverá alguma função semelhante pra os usuários do Windows Phone.

Como criar um backup no Google Drive
1 - Comece abrindo WhatsApp.
2 - Vá em Configurações, depois em Conversas e chamadas e depois em Backup de conversas.
3 - Clique em fazer backup para Google Drive , escolha um agendamento para backup e, logo em seguida, você deverá escolher uma conta do Google onde seus dados ficarão salvos.
4 - Clique em Fazer backup. Você pode escolher se deseja fazer este backup via rede móvel ou via wi-fi, recomenda-se fazer em redes wi-fi. Também é possível escolher se deseja fazer backup dos vídeos.

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30 de setembro de 2015

Cursos gratuitos de TI à distância

Esta dica é para quem te interesse em fazer algum curso na área de TI mas anda meio sem grana. São alguns cursos totalmente gratuitos oferecidos na modalidade "à distância".
No site www.brasilmaisti.com.br podemos encontrar cursos de lógica de programação e algoritmos em várias linguagens de programação, cursos de projetos de software, redes entre outros, ideal para alunos que estão entrando em faculdades de TI, ou para quem tem interesse de entrar, ou mesmo para estudantes que precisam aprimorar os conhecimentos e/ou conseguir pontos para atividades complementares.
Para realizar um destes cursos basta fazer um cadastro simples e escolher quais deseja fazer. Segue uma lista dos cursos que estão com inscrições abertas: www.brasilmaisti.com.br/index.php/pt/realize/cursos
Outro site que oferece vários cursos na área de TI é o site do Serpro (inclusao.serpro.gov.br), empresa do governo federal responsável pela criação dos sistemas e informática.
Estes cursos são mais básicos, voltados para inclusão sócio-digital e, para realizar, basta um simples cadastro.
Segue a lista dos cursos disponíveis: inclusao.serpro.gov.br/mod/resource/view.php?id=33401
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29 de setembro de 2015

Como instalar a central de programas igual a do Ubuntu no Debian

Você já deve ter ouvido falar, ou mesmo visto, a loja oficial de aplicativos do Ubuntu, chamada Central de programas. Nela você encontra diversos aplicativos gratuitos ou não. Há uma maior facilidade para pesquisar e instalar estes aplicativos
Não conhece? Veja abaixo.

Ela não é exclusiva do Ubuntu, há uma versão para Debian também e pode ser instalada facilmente, com um único comando:

Debian Wheezy (Oldstable) - sudo apt-get install software-center

Então você, usuário do Debian, pode aproveitar as funcionalidades da central. A diferença da "versão" Debian é que não há oferta de aplicativos pagos.
Instale e aproveite as facilidades.

Atualizado

Nas versões mais recentes do Debian não existe a Central de Programas, mas existe o Gnome-Software, que gerencia os programas de maneira parecida com a Central de Programas, para instalar:
Debian Jessie (Stable), Stretch (Testing) - sudo apt-get install gnome-software

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27 de abril de 2015

Debian 8 (Jessie) e Ubuntu 15.04 (Vivid Vervet) lançados


Esta penúltima semana de abril foi especial para os fãs do Debian e do Ubuntu. Foram lançadas as mais recentes versões destes dois sistemas operacionais baseados no kernel linux. São eles o Debian 8, de codinome Jessie, e o Ubuntu 15.04, de codinome Vivid Vervet.
O Debian é também chamado Debian GNU/Linux, é mantido pela comunidade de software livre e não possui nada comercial em seu código. É uma ótima escola para desenvolvedores de software livre.
Já o Ubuntu é mantido por uma empresa chamada Canonical e possui licenças comerciais. Tem sido, nos últimos anos, a porta de entrada para os usuários que migram de windows para linux, ou mesmo de usuários curiosos que querem conhecer o "universo linux". Ambos os sistemas operacionais são gratuitos.
Lançamentos do Ubuntu são mais próximos um do outro, sendo lançados de 6 em 6 meses, sempre em abril (xx.04) e outubro (xx.10) e, a cada dois anos, a versão xx.04 é chamada de LTS, tendo suporte estendido de 5 anos. O Ubuntu é baseado no Debian, em seu repositório unstable, e sempre tem as versões mais recentes dos programas e do Kernel Linux.
Já os lançamentos do Debian não são tão frequentes, pois os desenvolvedores priorizam a estabilidade dos programas, e por este motivo vários programas não são lançados em suas últimas versões, sendo atualizados com o tempo. Mesmo o Kernel do Debian está numa versão mais antiga. A última versão do Debian lançada, antes do Jessie, foi o Debian 7, de codinome Wheezy em 04/05/2013.
Para ser lançada uma versão estável do Debian, esta versão fica em desenvolvimento e testes de uso por muito tempo e, isto garante que quando lançado, os bugs sejam mínimos. Já o Ubuntu sempre apresenta mais bugs em seus lançamentos, especialmente nas versões xx.10.
Ficou curioso, então baixe uma versão live (que roda direto de um cd/dvd sem precisar instalar) dos dois sistemas e perceba as diferenças e veja qual satisfaz suas necessidades e gosto.

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26 de abril de 2015

Ubuntu Tweak, uma ótima ferramenta para configurar o seu Ubuntu

Ubuntu Tweak

O Ubuntu Tweak é uma ferramenta que permite a configuração do Ubuntu trazendo várias funções simples e um pouco mais avançadas em modo gráfico.
Num único programa é possível adicionar PPAs, trocar o papel de parede, configurações de janela e do Unity, remover arquivos temporários do APT, cache do Firefox, Chrome ou outros navegadores, remover arquivos de configuração de pacotes que já foram desinstalados, ajustar configurações de pastas de usuários, configurações de  fontes, configurações de login, remover kernels antigos com segurança… A lista é grande, então vamos nos concentrar em algumas funções mais importantes.

Abaixo vemos a tela inicial  onde é possível ver algumas informações do sistema e é possível acessar diretamente a área de limpeza de arquivos temporários, kernels antigos e cache dos navegadores.



Abaixo temos a possibilidade de instalar  em modo gráfico as versões mais recentes de alguns pacotes (programas) que estão em PPAs. Lembrando que o Ubuntu permite a instalação de pacotes através de PPAs (Personal Package Archives, que são pacotes criados por usuários) que muitas vezes nem estão disponíveis nos repositórios oficiais do Ubuntu. Podemos encontrar as mais recentes versões dos navegadores, players de vídeo, IDE's de programação e diversos tipos de pacotes.


Abaixo temos a tela de ajustes. Nela acessamos facilmente, por exemplo, a configuração das fontes e dos temas, sendo possível trocar facilmente o tamanho das fontes e combinar ícones de um tema com cores de outros temas, formando seu próprio tema personalizado. Temos acesso à configurações específicas para o Unity  e outras opções bem interessante, tudo em apenas uma tela.


Por último vemos a  tela de administradores. Aqui é possível alterar as fontes e software, ou seja, de onde os debs podem ser baixados. Podemos adicionar novas fontes de softwares também. Nunca é demais dizer que deve-se ter muito cuidado ao mexer nestas configurações, pois qualquer coisa errada pode bagunçar o sistema todo. Em "Pessoal" temos a opção de alterar as pastas do usuário. Por exemplo, se deseja deixar as pastas do home configradas como as pastas do meus documentos do windows aqui podemos fazer isto e ébem simples,basta ir em pastas de usuários e mover as pastas /home/usuario/musicas, por exemplo, para /home/usuario/documentos/musicas, fazendo assim para todas as outras (videos, downloads, etc...)


O Ubuntu Tweak facilita, e muito, a vida de quem não tem facilidades ou não gosta de utilizar o terminal. Apresentamos de maneira bem superficial, pois ele tem muito mais a oferecer.
Ficou curioso? Baixe-o em http://ubuntu-tweak.com e divirta-se .
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4 de janeiro de 2015

Novidades sobre a Sis Mirage 3 no Ubuntu Trusty Tahr (14.04) , Linux Mint Rebecca (17.1), Debian Wheezy (7) e Jessie (8)


Atualizado em 21/02/2016


Já escrevi algumas vezes aqui no blog sobre esta placa de vídeo Sis Mirage 3 e num dos posts cheguei a dizer que quem utiliza Ubuntu e a Sis Mirage 3 ficaria preso à versão 12.04 ou anterior. O tempo passou e, pesquisando na net, testando, consegui encontrar uma maneira de pelo menos atingir a resolução 1280 x 800 em alguns notebooks que possuem esta resolução e reproduzir vídeos tranquilamente.

Sis Mirage 3 no Ubuntu 14.04 e Linux Mint 17.1 (Rebecca)
 
A solução tanto para o Mint 17.1 (Rebecca) e Ubuntu 14.04 (testei apenas em x64) é a mesma, pois o Mint deriva do Ubuntu. Lembrando que esta dica não funciona no Linux Mint 17.1 Debian Edition. Esta solução eu encontrei no Viva o Linux e baseia-se na utilização do driver Sisimedia do Mandriva e tomei a liberdade de fazer pequenas adaptações para facilitar a instalação do driver.

Criei um script que faz todo o procedimento necessário para a instalação do driver e pode ser baixado aqui.
Para instalar via script rode os comandos no terminal e reinicie o computador.

sudo mv sisi_trusty.sh?dl=0 sisi_trusty.sh
sudo bash sisi_trusty.sh


Mas quem quiser fazer manualmente pode seguir os passos abaixo.

Download dos arquivos necessários.

1 - Driver Sisimedia:

sisimedia_drv.la
sisimedia_drv.so

2 - Sis Control e o atalho para desktop, responsável por configurar as configurações da placa.

sisctrl
SisControl

3- Xorg.conf

xorg.conf

Instalação.

1 - Copie e cole os comandos abaixo no terminal:

sudo su
mv sisctrl /usr/bin/sisctrl
mv sisimedia_drv.la /usr/lib/xorg/modules/drivers/sisimedia_drv.la
mv sisimedia_drv.so /usr/lib/xorg/modules/drivers/sisimedia_drv.so
mv xorg.conf /etc/X11/xorg.conf


2 - Copie o atalho SisCTRL.desktop para o local que desejar, é ele que acessa algumas configurações avançadas do driver.

Finalizado, reinicie o computador e a Sis Mirage 3 estará com a resolução correta.

Obs: Nos casos que esta solução não funcionar no Ubuntu 14.04 tente a solução para o Debian Jessie, postada mais abaixo.

Sis Mirage 3 no Linux Mint 13 (Maya)

No 1º post que fiz sobre Sis Mirage 3 aqui no blog afirmei que a dica do blog do Hugo Bastos, que funcionava até o Ubuntu 12.04 era também aplicável à versão do Linux Mint equivalente àquela versão do Ubuntu. A versão do Linux Mint era a 13, chamada Maya. Depois de um tempo vi que não era possível utilizar a mesma dica e depois de mais um tempo consegui fazer funcionar no Mint Maya, então adaptei um script que uso faz algum tempo para facilitar a instalação.
Baixe o script para o Linux Mint Maya

Baixar o script Sis Mirage 3 no Linux Mint 13 (Maya)

Para instalar, copie e cole os comandos abaixo no terminal:

sudo mv sis_maya.sh?dl=0 sis_maya.sh
sudo bash sis_maya.sh


Aguarde o fim, reinicie o computador, e você já terá a resolução correta do monitor.

Sis Mirage 3 no Debian Wheezy (7)

E vamos continuando com as buscas de soluções para, pelo menos, atingir a resolução correta do monitor em notebooks com a Sis Mirage 3.
Desta vez consegui encontrar uma solução que funcionasse na versão estável do Debian, que nesta data, é o Debian 7, de codinome Wheezy. Após instalado o Wheezy atualizei-o para a versão 8 (Jessie) e o monitor continuou com a resolução correta, porém, quando instalei o Debian Jessie do zero, esta solução não funcionou. Para instalar a solução no Debian Wheezy, abra o terminal e siga os seguintes passos:

1 - Instale alguns pacotes necessários para compilar o driver

sudo apt-get update

sudo apt-get install git xorg-dev mesa-common-dev libdrm-dev libtool build-essential xutils-dev automake autoconf autotools-dev libdmx-dev p7zip-full p7zip

2 - Baixe o fonte do driver a ser compilado

Baixar xf86-video-sis671-sis-671-fix.tar.gz

3 - Descompacte o arquivo baixado anteriormente

tar -vzxf xf86-video-sis671-sis-671-fix.tar.gz

4 - Agora vamos compilar o driver, faça cada um dos comandos abaixo e aguarde

sudo su cd xf86-video-sis671-sis-671-fix
autoreconf -vi
./configure --prefix=/usr --disable-static
make
make install

 
5 - Baixe o Xorg.conf


Xorg.conf

6 - Instale o Xorg.conf

mv xorg.conf /etc/X11/xorg.conf


Reinicie o computador, e você já terá a resolução correta do monitor.


Atualização em 21/02/2016, com algumas dicas fornecidas por Matheus Azevedo

Sis Mirage 3 no Debian 8 (Jessie) - (Funciona também no Ubuntu 14.04.2)

A última versão estável do Debian é a 8.0, chamada Jessie. Após algumas tentativas, consegui obter êxito quanto ao funcionamento desta placa nesta versão. Este procedimento funciona no Ubuntu 14.04, para os casos que a solução acima não funcionou. O procedimento para instalação é praticamente o mesmo dos anteriores, abra o terminal e siga os seguintes passos:

1 - Instale alguns pacotes necessários para compilar o driver

sudo apt-get install git xorg-dev mesa-common-dev libdrm-dev libtool build-essential xutils-dev automake autoconf autotools-dev libdmx-dev p7zip-full p7zip mesa-utils mesa-utils-extra libgl1-mesa-dri-dbg libgl1-mesa-dri libgl1-mesa-swx11 libgl1-mesa-swx11-dbg libgl1-mesa-swx11-dev libglw1-mesa libglu1-mesa libglu1-mesa-dev libx11-dev

2 - Baixe o fonte do driver a ser compilado

Baixar sis-mirage3.tar.gz

3 - Descompacte o arquivo baixado anteriormente

tar -vzxf sis-mirage3.tar.gz

4 - Agora vamos compilar o driver, faça cada um dos comandos abaixo e aguarde

sudo su
cd sis-mirage3
autoreconf -vi
./configure --prefix=/usr --disable-static
make
make install


5 - Baixe o Xorg.conf (Fornecido por Matheus Azevedo, nos comentários abaixo)

Xorg.conf

6 - Instale o Xorg.conf

mv xorg.conf /etc/X11/xorg.conf


Reinicie o computador.

E fica a dica, teste e comente aqui no blog se estas soluções funcionaram, assim podemos debater e ajudar outros usuários que passam pelos mesmos problemas.

Obs¹: Não é possível ativar efeitos 3D, pois esta placa não é 3D, logo, Unity, Gnome 3 e Cinnamon não funcionam corretamente.
Obs²: Para uma melhor experiência utilize o Xfce, Mate, LXDE ou Gnome-Shell Fallback.
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3 de janeiro de 2015

Criando um Pendrive Multiboot com o Yumi

Hoje trazemos pequeno tutorial de como criar um pendrive bootável com várias distribuições Linux. Num pendrive multiboot é possível instalar distribuições Linux, discos de recuperação, discos de antivírus, e mesmo versões do Windows. Graças à esta versatilidade de sistemas torna-se interessante e importante possuir um pendrive deste pois pode ser utilizado para testes e recuperação de sistemas instalados no HD.

Para criar este pendrive utilizaremos o Yumi, disponível aqui. Para utilizar não é necessário instalar, apenas clique no executável e vamos iniciar.
Será apresentada a tela abaixo onde escolhemos qual unidade usb utilizaremos, se desejar pode marcar a opção de formatar o pendrive (certifique-se que não haja nenhum arquivo importante neste pendrive antes de formatar). O passo 2 é onde se escolhe a distro que se deseja instalar. Podemos obter a iso marcando a opção "Download Link" que fará o diretamente download e a instalação no pendrive. A outra opção é buscar uma iso que já foi previamente baixada e está numa pasta, para isto utilizamos a opção "Browse".

multiboot com Yumi

Vamos escolher uma ISO que está em uma pasta, neste caso o Ubuntu 14.04 64 Bits. Na opção 3 podemos escolher o tamanho para um arquivo persistente, onde ficarão salvas toda as modificações realizadas na ISO quando iniciada pelo pendrive. Normalmente, quando reiniciamos, todas as alterações são perdidas mas, fazendo desta maneira, não ocorre perda (das distros que testei funcionou com Ubuntu, Xubuntu, e Linux Mint, Debian não deu certo). Vamos à instalação da primeira distro no pendrive, clique em "Create" e aguarde.

multiboot com Yumi

Quando chegamos nas  duas telas abaixo pode parecer que  está travado, mas é só aguardar que termina. A primeira tela é da instalação do sistema, e a segunda é da criação do arquivo persistente.

multiboot com Yumi

multiboot com Yumi

Ao acabar, clicando em "Next" aparece uma janela perguntando se deseja adicionar mais uma distro ao pendrive. Caso queira adicionar  escolha "Sim". Caso não queira instalar, escolha "Não" e estará encerrado. Mas a qualquer momento você poderá adicionar outra distro sem precisar refazer tudo do começo.

multiboot com Yumi

Se sua escolha foi sim, faça novamente como fez no começo, só não formate o pendrive.

multiboot com Yumi

O limite para adicionar distros é o tamanho do pendrive. Para teste utilizei um pendrive pequeno de 8 Gb e instalei o Linux Mint 13, o Xubuntu 14.04 e o Linux Mint 17 cada um com arquivo persistente de 516 Mb e ainda sobrou espaço para pelo menos mais uma distro. Após a instalação podemos encerrar o Yumi.

multiboot com Yumi

Também é possível remover qualquer distro instalada sem comprometer o funcionamento das outras. Para isto basta escolher o "Uninstaller Mode", depois escolher a distro a ser removida e clicar em "Remove".

multiboot com Yumi

Em um outro teste instalei junto com o Mint e o Xubuntu o Boot Repair, uma distro de recuperação do gerenciador de inicialização Grub. Também, graças à criação do arquivo persistente, foi possível a realização de testes de instalação de hardware (driver de placa de vídeo) sem precisar instalar o sistema no Hd, podendo reiniciar pelo pendrive sem perder as configurações realizadas para o driver.

Conclusão: Criar um pendrive multiboot é uma tarefa relativamente fácil e que pode ajudar usuários experientes, novos e usuários curiosos dispostos a conhecer as diversas distribuições Linux existentes. Mas aí pode surgir uma pergunta: "Não seria mais interessante realizar testes numa máquina virtual?" A resposta é não pois, enquanto numa máquina virtual você emula um hardware e instala o sistema num hardware diferente do seu, fazendo da maneira indicada aqui você está testando seu próprio hardware e poderá ter mais certeza sobre qual distro ou interface utilizar num futura instalação no Hd.
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