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17 de junho de 2017

Lançamento do Debian Stretch


No dia 17/06/2017 é lançado do Debian 9, conhecido como Stretch, que vem para substituir o Debian Jessie como versão estável. Seguindo a tradição do Debian, mais uma vez o nome vem de um personagem da animação Toy Story, o polvo.

30 de dezembro de 2016

Troque o visual do Linux deixando-o parecido com o Windows

Esta dica é uma ótima maneira de introduzir usuários Windows ao universo Linux, sem causar estranheza aos mesmos.
Mas como? A resposta é bem simples, veja na sequência:

21 de fevereiro de 2016

Fim do suporte ao Debian 6 (Squeeze) LTS

No dia 29 de fevereiro de 2016 acabará o suporte LTS (Long Term Support) para o Debian 6.0, também conhecido como Debian Squeeze. A partir desta data não haverá mais suporte de segurança, ou seja, o sistema não receberá mais atualizações de segurança. O Debian Squeeze foi lançado em 2011 e recebeu suporte de 5 anos.
A próxima versão LTS será o Debian 7, conhecido como Wheezy, lançado em 2013,e hoje chamado de oldstable. O Debian Wheezy terá suporte e segurança até maio de 2018 e, provavelmente será substituído pelo Debian 8.0 (Jessie), lançado em 2015, sendo a versão stable do momento.

Para que não conhece, Debian é um projeto lançado em 1993 por Ian Murdock. Chamado também de Debian/GNU Linux, é um projeto de software livre que tem milhares de voluntários no mundo todo trabalhando em conjunto para criar e manter o sistema, sendo um dos projetos mais influentes do mundo. É um sistema baseado no Kernel Linux e uma das distribuições mais respeitadas, servindo de base para outras distribuições como Ubuntu, Linux Mint, Knoppix, Dann Small Linux entre outras...
Conheça mais sobre o Debian em http://www.debian.com

Fonte: https://www.debian.org/News/2016/20160212

1 de novembro de 2015

Cronograma de lançamento do Ubuntu 16.04

Saiu o cronograma de lançamentos da próxima versão do Ubuntu, a 16.04 que será chamada de Xenial Xerus (Algo tipo "Esquilo simpático, amistoso").
Como de costume, as versões pares (16.04) são LTS, ou seja, a cada dois anos no mês de abril, sai uma versão LTS. LTS quer dizer "Long Time Support", ou seja, com um tempo maior de suporte. O suporte das versões LTS dura 5 anos, enquanto das versões normais dura apenas 9 meses.

As datas de lançamento do Ubuntu 16.04 LTS Xenial Xerus são as seguintes:


  • 31/12/2015 - Alpha 1
  • 28/01/2016 - Alpha 2
  • 25/02/2016 - Beta 1
  • 24/03/2016 - Beta 2
  • 21/04/2016 - Versão Final


As versões Alpha e Beta são versões de testes e são lançadas, aproximadamente, com 1 mês de diferença entre elas até a data da versão final. Não recomenda-se baixar as versões de testes para uso contínuo, pois podem conter vários bugs, que são corrigidos a cada lançamento. Para testar estas versões recomenda-se instalar numa máquina virtual.

Aos curiosos, resta esperar até o dia 31 de dezembro para ver como será a nova e aguardada verão do Ubuntu.

22 de outubro de 2015

Ubuntu 15.10 (Wily Werewolf) lançado

Ubuntu 15.10 Willy Werewolf

Como de costume, a cada 6 meses é lançada uma nova versão do Ubuntu, no dia 22/10 foi lançado a versão 15.10, chamada Wily Werewolf. Esta versão vem com várias melhorias incluindo o Kernel 4.2, melhorias no Compiz entre outras que listarei mais abaixo.
Quem gosta de utilizar as versões mais recentes dos pacotes não deixe de baixar esta nova versão, lembrando que o Ubuntu 15.10 ainda não é LTS e seu suporte dura até julho/2016, mas até esta data a versão 16.04 LTS já terá sido lançada.

Algumas novidades do Ubuntu Willy Werewolf

  • Kernel 4.2
  • Melhorias no Compiz
  • Mate atualizado para a versão 1.10 e integrado com o Compiz
  • Novo driver para placas Radeon
  • Atualização do Libre Office
  • Atualização do Firefox e Chromiun
  • Correção de bugs
  • Atualização de outros pacotes
  • Unity 8 Preview

29 de setembro de 2015

Como instalar a central de programas igual a do Ubuntu no Debian

Você já deve ter ouvido falar, ou mesmo visto, a loja oficial de aplicativos do Ubuntu, chamada Central de programas. Nela você encontra diversos aplicativos gratuitos ou não. Há uma maior facilidade para pesquisar e instalar estes aplicativos
Não conhece? Veja abaixo.

Ela não é exclusiva do Ubuntu, há uma versão para Debian também e pode ser instalada facilmente, com um único comando:

Debian Wheezy (Oldstable) - sudo apt-get install software-center

Então você, usuário do Debian, pode aproveitar as funcionalidades da central. A diferença da "versão" Debian é que não há oferta de aplicativos pagos.
Instale e aproveite as facilidades.

Atualizado

Nas versões mais recentes do Debian não existe a Central de Programas, mas existe o Gnome-Software, que gerencia os programas de maneira parecida com a Central de Programas, para instalar:
Debian Jessie (Stable), Stretch (Testing) - sudo apt-get install gnome-software

27 de abril de 2015

Debian 8 (Jessie) e Ubuntu 15.04 (Vivid Vervet) lançados


Esta penúltima semana de abril foi especial para os fãs do Debian e do Ubuntu. Foram lançadas as mais recentes versões destes dois sistemas operacionais baseados no kernel linux. São eles o Debian 8, de codinome Jessie, e o Ubuntu 15.04, de codinome Vivid Vervet.
O Debian é também chamado Debian GNU/Linux, é mantido pela comunidade de software livre e não possui nada comercial em seu código. É uma ótima escola para desenvolvedores de software livre.
Já o Ubuntu é mantido por uma empresa chamada Canonical e possui licenças comerciais. Tem sido, nos últimos anos, a porta de entrada para os usuários que migram de windows para linux, ou mesmo de usuários curiosos que querem conhecer o "universo linux". Ambos os sistemas operacionais são gratuitos.
Lançamentos do Ubuntu são mais próximos um do outro, sendo lançados de 6 em 6 meses, sempre em abril (xx.04) e outubro (xx.10) e, a cada dois anos, a versão xx.04 é chamada de LTS, tendo suporte estendido de 5 anos. O Ubuntu é baseado no Debian, em seu repositório unstable, e sempre tem as versões mais recentes dos programas e do Kernel Linux.
Já os lançamentos do Debian não são tão frequentes, pois os desenvolvedores priorizam a estabilidade dos programas, e por este motivo vários programas não são lançados em suas últimas versões, sendo atualizados com o tempo. Mesmo o Kernel do Debian está numa versão mais antiga. A última versão do Debian lançada, antes do Jessie, foi o Debian 7, de codinome Wheezy em 04/05/2013.
Para ser lançada uma versão estável do Debian, esta versão fica em desenvolvimento e testes de uso por muito tempo e, isto garante que quando lançado, os bugs sejam mínimos. Já o Ubuntu sempre apresenta mais bugs em seus lançamentos, especialmente nas versões xx.10.
Ficou curioso, então baixe uma versão live (que roda direto de um cd/dvd sem precisar instalar) dos dois sistemas e perceba as diferenças e veja qual satisfaz suas necessidades e gosto.

26 de abril de 2015

Ubuntu Tweak, uma ótima ferramenta para configurar o seu Ubuntu

Ubuntu Tweak

O Ubuntu Tweak é uma ferramenta que permite a configuração do Ubuntu trazendo várias funções simples e um pouco mais avançadas em modo gráfico.
Num único programa é possível adicionar PPAs, trocar o papel de parede, configurações de janela e do Unity, remover arquivos temporários do APT, cache do Firefox, Chrome ou outros navegadores, remover arquivos de configuração de pacotes que já foram desinstalados, ajustar configurações de pastas de usuários, configurações de  fontes, configurações de login, remover kernels antigos com segurança… A lista é grande, então vamos nos concentrar em algumas funções mais importantes.

Abaixo vemos a tela inicial  onde é possível ver algumas informações do sistema e é possível acessar diretamente a área de limpeza de arquivos temporários, kernels antigos e cache dos navegadores.



Abaixo temos a possibilidade de instalar  em modo gráfico as versões mais recentes de alguns pacotes (programas) que estão em PPAs. Lembrando que o Ubuntu permite a instalação de pacotes através de PPAs (Personal Package Archives, que são pacotes criados por usuários) que muitas vezes nem estão disponíveis nos repositórios oficiais do Ubuntu. Podemos encontrar as mais recentes versões dos navegadores, players de vídeo, IDE's de programação e diversos tipos de pacotes.


Abaixo temos a tela de ajustes. Nela acessamos facilmente, por exemplo, a configuração das fontes e dos temas, sendo possível trocar facilmente o tamanho das fontes e combinar ícones de um tema com cores de outros temas, formando seu próprio tema personalizado. Temos acesso à configurações específicas para o Unity  e outras opções bem interessante, tudo em apenas uma tela.


Por último vemos a  tela de administradores. Aqui é possível alterar as fontes e software, ou seja, de onde os debs podem ser baixados. Podemos adicionar novas fontes de softwares também. Nunca é demais dizer que deve-se ter muito cuidado ao mexer nestas configurações, pois qualquer coisa errada pode bagunçar o sistema todo. Em "Pessoal" temos a opção de alterar as pastas do usuário. Por exemplo, se deseja deixar as pastas do home configradas como as pastas do meus documentos do windows aqui podemos fazer isto e ébem simples,basta ir em pastas de usuários e mover as pastas /home/usuario/musicas, por exemplo, para /home/usuario/documentos/musicas, fazendo assim para todas as outras (videos, downloads, etc...)


O Ubuntu Tweak facilita, e muito, a vida de quem não tem facilidades ou não gosta de utilizar o terminal. Apresentamos de maneira bem superficial, pois ele tem muito mais a oferecer.
Ficou curioso? Baixe-o em http://ubuntu-tweak.com e divirta-se .

4 de janeiro de 2015

Novidades sobre a Sis Mirage 3 no Ubuntu Trusty Tahr (14.04) , Linux Mint Rebecca (17.1), Debian Wheezy (7) e Jessie (8)


Atualizado em 21/02/2016


Já escrevi algumas vezes aqui no blog sobre esta placa de vídeo Sis Mirage 3 e num dos posts cheguei a dizer que quem utiliza Ubuntu e a Sis Mirage 3 ficaria preso à versão 12.04 ou anterior. O tempo passou e, pesquisando na net, testando, consegui encontrar uma maneira de pelo menos atingir a resolução 1280 x 800 em alguns notebooks que possuem esta resolução e reproduzir vídeos tranquilamente.

Sis Mirage 3 no Ubuntu 14.04 e Linux Mint 17.1 (Rebecca)
 
A solução tanto para o Mint 17.1 (Rebecca) e Ubuntu 14.04 (testei apenas em x64) é a mesma, pois o Mint deriva do Ubuntu. Lembrando que esta dica não funciona no Linux Mint 17.1 Debian Edition. Esta solução eu encontrei no Viva o Linux e baseia-se na utilização do driver Sisimedia do Mandriva e tomei a liberdade de fazer pequenas adaptações para facilitar a instalação do driver.

Criei um script que faz todo o procedimento necessário para a instalação do driver e pode ser baixado aqui.
Para instalar via script rode os comandos no terminal e reinicie o computador.

sudo mv sisi_trusty.sh?dl=0 sisi_trusty.sh
sudo bash sisi_trusty.sh


Mas quem quiser fazer manualmente pode seguir os passos abaixo.

Download dos arquivos necessários.

1 - Driver Sisimedia:

sisimedia_drv.la
sisimedia_drv.so

2 - Sis Control e o atalho para desktop, responsável por configurar as configurações da placa.

sisctrl
SisControl

3- Xorg.conf

xorg.conf

Instalação.

1 - Copie e cole os comandos abaixo no terminal:

sudo su
mv sisctrl /usr/bin/sisctrl
mv sisimedia_drv.la /usr/lib/xorg/modules/drivers/sisimedia_drv.la
mv sisimedia_drv.so /usr/lib/xorg/modules/drivers/sisimedia_drv.so
mv xorg.conf /etc/X11/xorg.conf


2 - Copie o atalho SisCTRL.desktop para o local que desejar, é ele que acessa algumas configurações avançadas do driver.

Finalizado, reinicie o computador e a Sis Mirage 3 estará com a resolução correta.

Obs: Nos casos que esta solução não funcionar no Ubuntu 14.04 tente a solução para o Debian Jessie, postada mais abaixo.

Sis Mirage 3 no Linux Mint 13 (Maya)

No 1º post que fiz sobre Sis Mirage 3 aqui no blog afirmei que a dica do blog do Hugo Bastos, que funcionava até o Ubuntu 12.04 era também aplicável à versão do Linux Mint equivalente àquela versão do Ubuntu. A versão do Linux Mint era a 13, chamada Maya. Depois de um tempo vi que não era possível utilizar a mesma dica e depois de mais um tempo consegui fazer funcionar no Mint Maya, então adaptei um script que uso faz algum tempo para facilitar a instalação.
Baixe o script para o Linux Mint Maya

Baixar o script Sis Mirage 3 no Linux Mint 13 (Maya)

Para instalar, copie e cole os comandos abaixo no terminal:

sudo mv sis_maya.sh?dl=0 sis_maya.sh
sudo bash sis_maya.sh


Aguarde o fim, reinicie o computador, e você já terá a resolução correta do monitor.

Sis Mirage 3 no Debian Wheezy (7)

E vamos continuando com as buscas de soluções para, pelo menos, atingir a resolução correta do monitor em notebooks com a Sis Mirage 3.
Desta vez consegui encontrar uma solução que funcionasse na versão estável do Debian, que nesta data, é o Debian 7, de codinome Wheezy. Após instalado o Wheezy atualizei-o para a versão 8 (Jessie) e o monitor continuou com a resolução correta, porém, quando instalei o Debian Jessie do zero, esta solução não funcionou. Para instalar a solução no Debian Wheezy, abra o terminal e siga os seguintes passos:

1 - Instale alguns pacotes necessários para compilar o driver

sudo apt-get update

sudo apt-get install git xorg-dev mesa-common-dev libdrm-dev libtool build-essential xutils-dev automake autoconf autotools-dev libdmx-dev p7zip-full p7zip

2 - Baixe o fonte do driver a ser compilado

Baixar xf86-video-sis671-sis-671-fix.tar.gz

3 - Descompacte o arquivo baixado anteriormente

tar -vzxf xf86-video-sis671-sis-671-fix.tar.gz

4 - Agora vamos compilar o driver, faça cada um dos comandos abaixo e aguarde

sudo su cd xf86-video-sis671-sis-671-fix
autoreconf -vi
./configure --prefix=/usr --disable-static
make
make install

 
5 - Baixe o Xorg.conf


Xorg.conf

6 - Instale o Xorg.conf

mv xorg.conf /etc/X11/xorg.conf


Reinicie o computador, e você já terá a resolução correta do monitor.


Atualização em 21/02/2016, com algumas dicas fornecidas por Matheus Azevedo

Sis Mirage 3 no Debian 8 (Jessie) - (Funciona também no Ubuntu 14.04.2)

A última versão estável do Debian é a 8.0, chamada Jessie. Após algumas tentativas, consegui obter êxito quanto ao funcionamento desta placa nesta versão. Este procedimento funciona no Ubuntu 14.04, para os casos que a solução acima não funcionou. O procedimento para instalação é praticamente o mesmo dos anteriores, abra o terminal e siga os seguintes passos:

1 - Instale alguns pacotes necessários para compilar o driver

sudo apt-get install git xorg-dev mesa-common-dev libdrm-dev libtool build-essential xutils-dev automake autoconf autotools-dev libdmx-dev p7zip-full p7zip mesa-utils mesa-utils-extra libgl1-mesa-dri-dbg libgl1-mesa-dri libgl1-mesa-swx11 libgl1-mesa-swx11-dbg libgl1-mesa-swx11-dev libglw1-mesa libglu1-mesa libglu1-mesa-dev libx11-dev

2 - Baixe o fonte do driver a ser compilado

Baixar sis-mirage3.tar.gz

3 - Descompacte o arquivo baixado anteriormente

tar -vzxf sis-mirage3.tar.gz

4 - Agora vamos compilar o driver, faça cada um dos comandos abaixo e aguarde

sudo su
cd sis-mirage3
autoreconf -vi
./configure --prefix=/usr --disable-static
make
make install


5 - Baixe o Xorg.conf (Fornecido por Matheus Azevedo, nos comentários abaixo)

Xorg.conf

6 - Instale o Xorg.conf

mv xorg.conf /etc/X11/xorg.conf


Reinicie o computador.

E fica a dica, teste e comente aqui no blog se estas soluções funcionaram, assim podemos debater e ajudar outros usuários que passam pelos mesmos problemas.

Obs¹: Não é possível ativar efeitos 3D, pois esta placa não é 3D, logo, Unity, Gnome 3 e Cinnamon não funcionam corretamente.
Obs²: Para uma melhor experiência utilize o Xfce, Mate, LXDE ou Gnome-Shell Fallback.

3 de janeiro de 2015

Criando um Pendrive Multiboot com o Yumi

Hoje trazemos pequeno tutorial de como criar um pendrive bootável com várias distribuições Linux. Num pendrive multiboot é possível instalar distribuições Linux, discos de recuperação, discos de antivírus, e mesmo versões do Windows. Graças à esta versatilidade de sistemas torna-se interessante e importante possuir um pendrive deste pois pode ser utilizado para testes e recuperação de sistemas instalados no HD.

Para criar este pendrive utilizaremos o Yumi, disponível aqui. Para utilizar não é necessário instalar, apenas clique no executável e vamos iniciar.
Será apresentada a tela abaixo onde escolhemos qual unidade usb utilizaremos, se desejar pode marcar a opção de formatar o pendrive (certifique-se que não haja nenhum arquivo importante neste pendrive antes de formatar). O passo 2 é onde se escolhe a distro que se deseja instalar. Podemos obter a iso marcando a opção "Download Link" que fará o diretamente download e a instalação no pendrive. A outra opção é buscar uma iso que já foi previamente baixada e está numa pasta, para isto utilizamos a opção "Browse".

multiboot com Yumi

Vamos escolher uma ISO que está em uma pasta, neste caso o Ubuntu 14.04 64 Bits. Na opção 3 podemos escolher o tamanho para um arquivo persistente, onde ficarão salvas toda as modificações realizadas na ISO quando iniciada pelo pendrive. Normalmente, quando reiniciamos, todas as alterações são perdidas mas, fazendo desta maneira, não ocorre perda (das distros que testei funcionou com Ubuntu, Xubuntu, e Linux Mint, Debian não deu certo). Vamos à instalação da primeira distro no pendrive, clique em "Create" e aguarde.

multiboot com Yumi

Quando chegamos nas  duas telas abaixo pode parecer que  está travado, mas é só aguardar que termina. A primeira tela é da instalação do sistema, e a segunda é da criação do arquivo persistente.

multiboot com Yumi

multiboot com Yumi

Ao acabar, clicando em "Next" aparece uma janela perguntando se deseja adicionar mais uma distro ao pendrive. Caso queira adicionar  escolha "Sim". Caso não queira instalar, escolha "Não" e estará encerrado. Mas a qualquer momento você poderá adicionar outra distro sem precisar refazer tudo do começo.

multiboot com Yumi

Se sua escolha foi sim, faça novamente como fez no começo, só não formate o pendrive.

multiboot com Yumi

O limite para adicionar distros é o tamanho do pendrive. Para teste utilizei um pendrive pequeno de 8 Gb e instalei o Linux Mint 13, o Xubuntu 14.04 e o Linux Mint 17 cada um com arquivo persistente de 516 Mb e ainda sobrou espaço para pelo menos mais uma distro. Após a instalação podemos encerrar o Yumi.

multiboot com Yumi

Também é possível remover qualquer distro instalada sem comprometer o funcionamento das outras. Para isto basta escolher o "Uninstaller Mode", depois escolher a distro a ser removida e clicar em "Remove".

multiboot com Yumi

Em um outro teste instalei junto com o Mint e o Xubuntu o Boot Repair, uma distro de recuperação do gerenciador de inicialização Grub. Também, graças à criação do arquivo persistente, foi possível a realização de testes de instalação de hardware (driver de placa de vídeo) sem precisar instalar o sistema no Hd, podendo reiniciar pelo pendrive sem perder as configurações realizadas para o driver.

Conclusão: Criar um pendrive multiboot é uma tarefa relativamente fácil e que pode ajudar usuários experientes, novos e usuários curiosos dispostos a conhecer as diversas distribuições Linux existentes. Mas aí pode surgir uma pergunta: "Não seria mais interessante realizar testes numa máquina virtual?" A resposta é não pois, enquanto numa máquina virtual você emula um hardware e instala o sistema num hardware diferente do seu, fazendo da maneira indicada aqui você está testando seu próprio hardware e poderá ter mais certeza sobre qual distro ou interface utilizar num futura instalação no Hd.

17 de novembro de 2013

Armazenamento na nuvem (Dropbox, Google Drive, OneDrive e Copy)

Atualizado em 04/11/2014

O Dicas Linux e Windows traz hoje uma lista de alguns serviços de armazenamento e compartilhamento de arquivos na nuvem, serviços que permitem também a sincronização de arquivos entre diferentes dispositivos, o que os tornam ótimos para realizar backups de seus arquivos já que estes estarão replicados em vários lugares ao mesmo tempo. Apresentaremos o Dropbox, Copy, OneDrive e Google Drive, serviços que são gratuitos e possuem versões pagas com maior capacidade de armazenamento. O funcionamento destes serviços é bem similar, todos criam uma pasta em seu computador (ou outro dispositivo) onde você coloca os aquivos que quer compartilhar, armazenar ou sincronizar e, ao alterar esta pasta, ela será alterada nos outros dispositivos.

Dropbox é um serviço de armazenamento de arquivos online que permite sincronizar seus arquivos entre todos os computadores que você utiliza (Windows, Linux e Mac) e também com dispositivos Mobile (iPhone, iPad, Android e BlackBerry). Em sua versão grátis possui inicialmente 2 Gb de armazeamento que pode ser aumentado conforme você convida amigos para utilizar o serviço (500 Mb por convite aceito, instalado e logado).
Para utilizar é preciso que você crie uma conta no site, algo bem simples e rápido.
Criada a conta, baixe o Dropbox e instale.

onedrive OneDrive (anteriormente chamado de Microsoft Skydrive) funciona em Windows, Mac, dispositivos móveis (Android, Windows Phone, iOS). Com o OneDrive é possível editar documentos do Office 2013 e versões antigas online. A diferença está no espaço grátis de armazenamento (15 GB) e possui uma desvantagem para usuários Linux, pois não há um cliente oficial para Linux (mas isto pode ser conseguido de outras maneiras). Após a última atualização ficou possível o upload de arquivos únicos de até 10 GB. Para acessar o serviço basta utilizar uma conta da Microsoft, quem possui email (hotmail.com [.br], live.com, msn.com, outlook.com, Xbox), ou utiliza outros serviços da microsoft, provavelmente já possui uma conta. Se não possui, faça a inscrição aqui, baixe o Onedrive e instale.

copy Copy, assim como o Dropbox, pode ser utilizado em Windows, Mac e Linux e possui aplicativos para as 3 plataformas, também funciona em dispositivos móveis (iPhone, Android, and Windows Phone). A grande vantagem em relação aos dois serviços anteriores é o espaço gratuito de armazenamento que começa com 15 GB, que pode ser aumentado com o tempo, quase no mesmo estilo do Dropbox. Para utilizar basta um cadastro aqui e depois é só instalar o aplicativo de acordo com a sua plataforma. Clique aqui para instalar.

google drive Google Drive é a evolução do Google Docs, funciona em Windows, Mac e dispositivos Mobile (Android, iPhone e iPad) e gratuitamente proporciona um espaço de armazenamento gratuito de 15Gb. Para alguns tipos de documentos ele compartilha este espaço com o Gmail. O Google Drive, assim como o Microsoft OneDrive, permite a edição de documentos online e não possui um cliente oficial para Linux (mas também pode-se resolver isto de outras maneiras. Para utilizar o serviço é preciso possuir uma conta Google (Gmail, Youtube, Google +, Orkut, Picasa, Blogger, Google Apps...), se não possui crie uma agora. Baixe o cliente aqui e instale

Em resumo, alguns serviço possuem algumas vantagens, outros serviços possuem outras vantagens. A dica é utilizar o máximo possível de cada pois assim você terá muito mais espaço gratuito na nuvem, podendo assim, manter seus arquivos a salvo e acessíveis em qualquer hora e lugar.

14 de agosto de 2013

FlashGot - Como integrar gerenciadores de download ao Firefox

flashgot
FlashGot é uma extensão para firefox que permite a utilização de vários gerenciadores de download. Com o FlashGot é possível integrar diversos gerenciadores de download ao Firefox e utilizá-los na hora de fazer download de um ou vários arquivos por vez.
Uma função muito interessante do FlashGot é permitir o download direto de vídeos de sites como Youtube e outros sites de vídeos e músicas. Para isto basta prestar atenção no disquete que parece na barra de extensões do Firefox e, clicando lá abrirá uma janelinha para baixar o(s) arquivo(s) desejado(s).
Segundo o próprio site do FlashGot, os gerenciadores suportados são:
No Windows: BitComet, Download Accelerator Plus, DownloadStudio, FlareGet, FlashGet, Free Download Manager, Fresh Download, GetRight, GigaGet, HiDownload,iGetter, InstantGet, Internet Download Accelerator, Internet Download Manager, JDownloader, LeechGet 2002, LeechGet 2004, LeechGet 2005, Mass Downloader, Net Transport, NetXfer, NetAnts, Orbit, ReGet, Deluxe, ReGet Junior, ReGet Pro, Retriever, Star Downloader Thunder, TrueDownloader, Uget, Ukraininan Download Master,  WellGet, wxDownload Fast
No Linux: Aria, Axel Download Accelerator, cURL Downloader 4 X, FatRat, GNOME Gwget, JDownloader, KDE KGet, SteadyFlow, Uget, wxDownload Fast
No Mac OSX: Folx, iGetter, JDownloader, Leech, Progressive Downloader, Speed Download, wxDownload Fast

2 de abril de 2013

Sis Mirage 3 Graphics


sis mirage 3
Atualizado em 08/01/2015

Quem pretende adquirir um notebook destes que estão na faixa dos R$ 1000,00 e que, muitas vezes possuem um bom (ou razoável) poder de processamento e de memória, deve prestar bastante atenção em qual o chipset de vídeo que este notebook possui, pois você provavelmente estará adquirindo um chipset de vídeo de péssima qualidade que influenciará negativamente o bom funcionamento de seu equipamento.
Entre os piores chipsets (senão o pior) está a famosa placa de vídeo Sis Mirage 3 (SiS671 , SiS671FX , SiS672 , SiS672FX , SiSM671 , SiSM671MX , SiSM672 , SiSM672MX), fabricada pela Silicon Integrated Systems Corp.(SIS), empresa Taiwanesa que fabrica chipsets de baixo custo e baixa qualidade. Esta placa está em boa parte dos notebooks de baixo custo.
Para quem está utlizando versões do Windows até o Windows 7 existem drivers disponíveis no site do fabricante e estes drivers garantem uma funcionalidade razoável para quem utiliza o notebook para acessar a internet, aplicativos de escritório e coisas básicas que não exijam muito dos gráficos. Já quem deseja atualizar para o Windows 8, e possui este chipset, digo por experiência própria que não é recomendável pois este chipset não funcionará, já que não há suporte para o Windows 8 e, pelos comentários que circulam na internet e pela falta de atualização do site de drivers da SIS, não haverá este suporte.

Aí você pensa: Vou partir para uma distribuição linux e tudo estará ok, certo? A resposta é não, pois o suporte para chipsets gráficos da Sis em distribuições linux é precário, praticamente não existe. Vi este driver funcionando razoavelmente na versão 2010 do Mandriva que veio instalada no meu notebook Philco, e só.
Quando troquei do Mandriva para o Ubuntu muitos problemas começaram, pois em toda versão do Ubuntu havia um problema diferente. Graças às dicas do blog do Hugo Bastos consegui apenas atingir a resolução correta do monitor. As dicas do blog são alguns ajustes que fazem com que um driver genérico (Vesa) funcione, já que não há suporte. Estes procedimentos funcionaram até a versão 12.04 (precise) e, a partir da versão 12.10 (Quantal Quetzal) não havia encontrado nenhuma solução que resolvesse nem mesmo o problema de resolução. Não havia, mas já existe uma solução para Ubuntu 14.04 e Linux Mint 17.1 - http://info.wsouza.com.br/2015/01/novidades-sobre-sis-mirage-3-no-ubuntu.html

Utlizei o Ubuntu como exemplo pois muita gente que entra no "universo linux" têm o Ubuntu como porta de entrada.

Em resumo: Quem utiliza Windows, e possui este chipset, ficará preso ao Windows 7 ou anterior. Já quem utiliza o Ubuntu (Kubuntu, Xubuntu, Lubuntu, Edubuntu) ou derivados como o *Linux Mint, ficará preso na versão 12.04 ou anterior.

A dica para quem vai investir num notebook, ou mesmo num Pc, é fugir de chipsets da SIS, especialmente o Sis Mirage 3. Com isto você vai evitar grandes dores de cabeça num futuro próximo. Antes de comprar pergunte ao vendedor, peça o manual, descubra o modelo e entre no site do fabricante par descobrir qual é o chipset.

* No Linux Mint, com o ambiente gráfico Cinnamon, esta dica não funciona, ou seja, se utilizar a inferface gráfica Cinnamon não será possível utilizar a Sis Mirage 3 de maneira satisfatória.

Veja também: Sis Mirage 3 Graphics no Windows 8
E também: Novidades sobre a Sis Mirage 3 no Ubuntu 14.04.1,Linux Mint 17.1 Debian Wheezy

27 de janeiro de 2013

Remastersys - Um ótimo utilitário de backup para Ubuntu

Após muito trabalho você finalmente conseguiu configurar seu Ubuntu da maneira que desejava, instalou programas que você gosta, removeu programas desnecessários, instalou temas e ícones, modificou as fontes, enfim, deixou o Ubuntu com a sua cara. Então, surge a necessidade de você formatar seu Notebook/PC e você fica desesperado pois precisará configurar tudo novamente e sabe que a trabalheira não será fácil.
Para resolver este problema existe o Remastersys, um utilitário para Debian/Ubuntu que, além de outras funções, realiza um backup completo de seu sistema e gera numa ISO um Live Cd onde você pode acessar o sistema sem instalar no HD, mas também tornando possível a reinstalação do sistema operacional, deixando-o do mesmo modo que ele estava antes da formatação.
O objetivo desta dica é mostrar como funciona o processo de backup utilizando o Remastersys para o Ubuntu mas o processo para Debian praticamente o mesmo.
Primeiramente baixe a versão equivalente à versão de seu Ubuntu. Para versões acima da 12.04 (Precise) a dica é a seguinte:
No terminal, logado como root (sudo su) utilize o comando:
wget -O - http://www.remastersys.com/ubuntu/remastersys.gpg.key | apt-key add -
Este comando baixa as chaves do software.

Edite o arquivo /etc/apt/sources.list com o comando sudo gedit /etc/apt/sources.list e no final do arquivo insira os comandos a seguir:
#Remastersys Precise
deb http://www.remastersys.com/ubuntu precise main

Salve o arquivo.

Para atualizar os pacotes digite:
sudo apt-get update 
Para iniciar, procure pelo remastersys no painel inicial do Unity ou, simplesmente, digite sudo remastersys-gtk no terminal e interface principal estará aberta. Como aqui o foco é apenas a opção de backup a utilização torna-se bem simples, mas é necessário fazer algumas pequenas configurações, então vamos vê-las.
Na figura abaixo estamos na aba Settings e, é nesta aba que configuramos praticamente tudo.

remastersys
No campo Username você pode inserir o nome do usuário principal do sistema operacional que deseja fazer backup, na verdade é desejável que você coloque o mesmo nome pois, poderá ter problemas quando tentar utilizar o backup.
No campo CD Label você pode colocar o nome que deseja dar à sua ISO, que posteriormente, será o nome de seu Cd/Dvd de backup.
No campo Filename vocẽ pode colocar um nome personalizado para o arquivo ISO gerado Ex: Backup_Ubuntu.iso mas, vale lembrar que você sempre deve dar um nome com a extensão .iso no final.
Outro campo importante é o Working directory. Aqui você deve escolher uma pasta onde irá salvar a image ISO gerada, comedo que deixe-o como está e assim sua imagem gerada será salva na pasta /home/remastersys/...
Nas opções seguintes você pode deixar tudo como está e volte para a aba Actions, que é a aba principal.
remastersys
Nesta aba, você pode escolher o usuário que será iniciado como usuário principal e todas as suas configurações serão aplicadas quando você iniciar o Cd/DVD de Backup. Você deve ter cuidado de utilizar um usuário que possua um arquivo /home não muito grande pois a ISO poderá não caber num DVD. O ideal é que você possua seus dados (fotos, músicas, vídeos, arquivos grandes) salvos em outra partição de seu disco rígido.
Realizadas todas as configurações, vamos finalmente realizar o backup. Feche todos os programas, arquivos e janelas abertas e deixe apenas a janela do remastersys. Clique na opção Backup , dê OK na mensagem e aguarde o final do processo, que será um pouco demorado. Detalhe: Não interrompa o processo.
Ao final do processo você terá um backup completo o seu sistema e serão gerados 2 arquivos com o nome que você escolheu lá em cima no campo Filename. Estes arquivos estarão na pasta /home/remastersys/remastersys (ou outra que você tenha escolhido no campo working directory). Você deve gravar o arquivo com a extensão .iso num CD/DVD (sugiro gravar num DVD regravável) após isto, utilize a opção Limpar para remover o arquivos temporários que provavelmente estarão ocupando bastante espaço em seu HD.
Se quiser testar, é só reiniciar o PC/Notebook com o CD/DVD gerado. Você irá se deparar com o gerenciador de inicialização, escolha a opção de live cd se quiser apenas rodar como um live cd, mas também poderá escolher a opção de instalar.
Dica preciosa: Não recomendo que você grave a ISO num Pendrive pois, na hora da instalação dá um erro, não instala o Grub e a instalação não termina, isto não ocorre quando gravado num CD/DVD.

8 de janeiro de 2013

Reinstalar o Grub 2 utilizando um Live Cd do Ubuntu

Esta dica serve para quem precisou reinstalar o Windows e, quando reiniciou, percebeu que havia perdido o acesso ao Ubuntu. Isto é muito comum de acontecer e muitas pessoas, no desespero, acabam reinstalando o Ubuntu sem necessidade, perdendo tempo e às vezes, arquivos importantes. Existem diversas maneiras de instalar o Grub, mas a dica que segue foi a mais simples que utilizei até hoje e com alguns ajustes sempre funcionou.
Então, vamos começar: Você vai precisar de um Live Cd/Dvd do Ubuntu, utlilize uma versão acima da 9.10 (Karmic Koala) pois, foi a partir desta versão que o Grub2 passou a fazer parte do Ubuntu.
Inicie o seu computador com o Live Cd.
Após iniciado o sistema abra o terminal e digite o seguinte comando:
sudo fdisk -l
Você verá as partições existentes em seu disco, como está na imagem abaixo.

Recuperar o Grub


Descubra em qual partição seu Ubuntu está instalado. Neste caso a partição onde o Ubuntu está instalado é /dev/sda4, mas provavelmente não será este o seu caso. Monte o sistema de arquivos com o comando:
sudo mount /dev/sda4 /mnt
Neste ponto, o sistema antigo já está montado, então aproveite e monte os outros dispositivos dentro dele.
sudo mount --bind /dev /mnt/dev
Agora vamos acessar o diretório raíz do sistema antigo com o comando chroot, desta maneira você consegue administrá-lo via terminal.
sudo chroot /mnt
O próximo passo é atualizar o arquivo de configuração do grub.
sudo update-grub
Agora vamos efetivamente reinstalar o Grub2 na MBR. A MBR é o local onde ficam guardadas as informações de boot e sempre que instalamos o Windows ela é apagada, ficando apenas as informações do Windows
O primeiro passo é reinstalar o Grub2 na MBR. Preste atenção que é apenas /dev/sda, e não sda1, sda2, sda4...
sudo grub-install /dev/sda
Pressione Ctrl+D para sair do sistema antigo.
Desmonte os todos os dispositivos montados anteriormente.
sudo umount /mnt/dev
sudo umount /mnt
Reinicie o sistema e retire o Live Cd da bandeja. sudo reboot
Ao reiniciar você perceberá que o Grub está instalado mas, em alguns casos haverá um problema: o Windows não aparece, aparece apenas o Ubuntu.
Para resolver este problema reinicie normalmente, faça o login, abra o terminal atualize o arquivo de configuração do Grub novamente com o comando:
sudo update-grub
Reinicie novamente o sistema.
sudo reboot

Pronto! Você agora estará com o Windows e o Ubuntu instalados e poderá escolher o qual desejar. Creio que esta dica funcione com outras distribuições, e não apenas com o Ubuntu, mas não testei, que tal tentar?